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Athaulphia
República de Athaulphia
Bandeira de Athaulphia
Bandeira de Athaulphia Brasão de Athaulphia
Hino nacional: {{{hino}}}
Gentílico: athaúlphico/a

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Capital Athaulphópolis
Cidade mais populosa Athaulphópolis
Língua oficial Galego
Governo República Democrática Parlamentar
 - Presidente da República Xosé Antonio Vázquez Valcárcel
 - Chanceler Adolfo Miranda Álvarez
Marcos históricos  
 - Fundação de Athaulphia 1º de Abril de 1478 
Área  
 - total 2.483.500 km² 
 - sem Hinopia 181.275 km² 
População  
 - Total 18.494.956 hab. (31-12-2007). 
 - Densidade hab./km² (º)
PIB (base PPC) Estimativa de
 - Total US$ (º)
 - Per capita US$ (º)
Indicadores sociais
Moeda Pataco (pts)
Fuso horário (UTC)
Organizações internacionais OCDE, UID, OIE
Cód. Internet
Cód. telef. +253

REPÚBLICA DE ATHAULPHIA

A República de Athaulphia é uma nação da América do Norte formada por uma grande ilha, Illanova, junto com a Península Auriense na Norteamérica continental, várias ilhas menores e arquipélagos próximos (Salas, Subhastados, Kalamari), e outras ilhas menores. Também pertencem a Athaulphia a ilha de Pruthea, no Atlántico Central, e Hinopia, grande ilha cuberta de gelo na região polar. A cidade principal e capital do país é Athaulphópolis.

O nome de Athaulphia deriva do nome do Fundador do país, Adolfo D’Arraia, explorador e colonizador galego do século XV, que fundou a nação em 1478.

História Editar

Ver artigo principal: História de Athaulphia

Tempos antigos (até 1478)Editar

Os primeiros povoadores de Athaulphia foram os tuporaki, cultura desenvolvida desde o século I antes de Cristo. Os tuporaki proviam de tribos chegadas do Oeste, desde a América do Norte continental, ainda que as lendas e alguns misteriosos restos megalíticos falam de uns lendários habitantes anteriores, “os antigos”, chegados do mar e relacionados com as lendas da Atlântida. Os tuporaki desenvolveram uma cultura relativamente avançada, criando vários reinos estáveis na Illanova para o ano 1000, e mantiveram contatos esporádicos com comerciantes vikingos e de outras civilizações das Américas. Dos contatos com navegantes vikingos chegaram a Europa notícias e lendas sobre a “Ilha das Sete Cidades”.

No século XV zarparam de Portugal muitas empresas de exploração ultramarina, organizadas nomeadamente pelo Infante Henrique o Navegador. Estas empresas exploraram o Atlântico e as costas de África e América, buscando o roteiro da Índia. Buscando a ilha lendária das Sete Cidades, o navegador João Vaz de Corte-Real descobriu Athaulphia, no 1476. Um dos navegantes e geógrafos ao serviço de Portugal foi o galego Adolfo D’Arraia, o futuro Fundador de Athaulphia.

A fundação de Athaulphia (1478-1496)Editar

Também no século XV tiveram lugar na Galiza várias rebeliões de camponeses contra os nobres, provocadas peloa abusos nobiliárquicos sobre a população. A rebelião com mais sucesso teve lugar entre 1467 e 1469: os rebeldes da “Irmandade” (os “irmandinhos”), expulsaram aos nobres e fizeram-se com o controlo do país. As forças nobiliárquicas reconquistaram o país em 1469 e afogaram a rebelião, ainda que muitos rebeldes conseguiram fugir escondendo-se.

Adolfo D'Arraia, galego e simpatizante dos irmandinhos, concebeu um plano para criar uma colônia nas novas terras, que servisse de refúgio aos rebeldes: com a ajuda de alguns chefes rebeldes sobreviventes (“Os Fundadores”) chegou a Athaulphia a bordo da caravela “Endevé”, e fundou a colonia o 1º de Abril de 1478, onde hoje está Athaulphópolis.

A nova colônia se construiu como uma cidade-estado quase independente: os colonos eram galegos súbditos do Reino de Castela (Espanha), mas a empresa foi realizada baixo pavilhão português (D'Arraia era amigo pessoal de João II e contou com o seu apoio). Aliás, as terras da colónia foram descubertas por uma expedição portuguesa, mas com o Tratado de Tordesilhas ficaram na área espanhola. Isto gerou uma disputa entre as duas coroas pela soberanía sobre Athaulphia que favoreceu a independência de facto da colônia.

Adolfo D'Arraia asumira inicialmente o governo de Athaulphia, com um título de Capitão Donatário concedido por João II. Contudo, após o Tratado de Tordesilhas (que não fez menção de Athaulphia) e a morte do Príncipe Perfeito (D'Arraia sempre suspeitou de que fora assassinado, e sempre desconfiou de Manuel I), o status jurídica da colônia ficou no ar.

Nesta situação, D'Arraia e os seus colegas Fundadores decidiram estabelecer independentemente as suas leis, seguindo o modelo da Galiza dos Irmandinhos: com a "Carta de Fundamental" de 1496 (considerada a primeira "constituição" athaúlphica) o governo de Athaulphia ficava organizado como segundo os modelos das repúblicas italianas da altura e a Confederação Helvética. O órgano básico seria uma assembleia popular (formada primeiro por todos os colonos, e depois por representantes eleitos por eles, quando o seu número cresceu) que tomou o nome de "Xunta". Esta assembleia elegia um Conselho governador colegiado de sete membros, que dirigia o país.

Primeiros anos da Comunidade de Athaulphia (1496-1521)Editar

Athaulphia sofreu uma abanadela com as guerras de religião no século XVI. No seu começo, os Fundadores, embora católicos, mostraram uma actitude de toleráncia religiosa para favorecer a chegada de colonos: muitos xudeus expulsos de Espanha e Portugal foram recevidos em Athaulphia (os Fundadores também buscavam tirar benefício de isto: com elo conseguiram um bom número de médicos e banqueiros a seu serviço). Com a Reforma protestante, grande número de refugiados (católicos e protestantes) também buscaram asilo em Athaulphia, mas com eles trouzeram também os seus ódios e guerras.

Depois de anos de lutas civís, o Conselho emitiu o Decreto de Paz Religiosa de 1550, que estabelecia a neutralidade religiosa do Estado e a liberdade de culto, mas limitava estrictamente o culto público e o proselitismo. Este decreto marcou profundamente ao país, pois estabeleceu a supremacia do poder civil sobre o religioso e a separação Igreja-Estado, além da limitação da religião à vida privada.

Athaulphia baixo os Filipes (1580-16??)Editar

Não foi até 1580 que a disputa luso-espanhola da soberania sobre Athaulphia ficou resolvida, com a União Ibérica. Depois de um século de história e tradição de liberdades e auto-governo, os athaúlphicos viram como uma ameaça o facto de que Filipe II de Espanha se convertesse em Filipe I de Portugal; mas não apoiaram abertamente o Prior de Crato para evitar comprometer-se.

Depois da derrota do Prior, o Conselho de Athaulphia não teve outra opção que reconhecer Filipe explícitamente como soberano. Os athaúlphicos ganharam o favor do Rei Filipe ao negar ajuda aos partidários do Prior de Crato (depois da derrota) e oferecer a sua frota para lutar contra os piratas e a Inglaterra, que ameaçavam o poder espanhol no Atlántico. O Rei Filipe nomeou um Capitão Geral para governar Athaulphia em seu nome, e inicialmente respeitou as liberdades e as instituições athaúlphicas.

Contudo, a questão religiosa provocou problemas entre a Coroa Ibérica e Athaulphia: o Rei estabeleceu a Inquisição e começou a perseguir protestantes e xudeus.

CONTINUARÁ

GeografiaEditar

PolíticaEditar

Sistema de GovernoEditar

Athaulphia é uma república democrática parlamentária, pluralista, social e de sistema capitalista. Os poderes do Estado são o Moderador, ejercido pelo Presidente da República; o Legislativo, ejercido pelo Xunta Xeral da República (parlamento); o Ejecutivo, ejercido pelo Chanceler (primeiro ministro) e seu Conselho de Governo; e o Judiciário, ejercido pelos tribunais de justiça, encabeçados pelo Tribunal Supremo.

Existem ademais amplas possibilidades para a participação direta dos cidadãos na política do pais, através das iniciativas populares legislativas, os referendum e as revogações de cargos públicos. Também existe o “Valedor do Povo” (“ombudsman”) como instância à que poderá ir qualquer cidadão para solicitar amparo ante possíveis abusos da administração ou recorrer leis ante o Tribunal Supremo.

O Presidente da RepúblicaEditar

O Presidente da República é o chefe do Estado, com funções moderadoras, representativas, protocolárias e arbitrais. O Presidente propõe á Xunta a nomeação do Chanceler. É eleito por votação popular para um mandato de 7 anos, com uma só possível reeleição.

O actual Presidente é o Honorável Xosé Antonio Vázquez Valcárcel.

A Xunta XeralEditar

A Xunta Xeral é o parlamento nacional e representante da soberanía do povo. Está composto por 99 deputados, eleitos proporcionalmente cada 4 anos. A Xunta faz as leis e aprova os orçamentos do Estado, e ejerce funções de control e fiscalização do governo: deve aprovar a nomeação do Chanceler proposto pelo Presidente e pode demitir ao Governo.

A actual partilha na Xunta Xeral, depóis das eleições de Setembro de 2008, é a seguinte:

  • PDS: 41
  • UDC: 30
  • APP: 17
  • alternativa: 11

O Chanceler e o Conselho de GovernoEditar

O Chanceler é o chefe do governo, e dirige a política do país, con funções de primeiro ministro. É escolhido de entre os deputados pelo Presidente e aprovado pela Xunta, com a mesma duração de mandato que esta. O actual Chanceler de Athaulphia é Adolfo Miranda, do PDS.

Preside e dirige o Conselho de Governo, formado pelos Conselheiros (ministros), que gerem as diferentes ramas da administração. Os Conselheiros são apontados pelo Chanceler, mas devem obter a aprovação da Xunta (que também os poderá destituir). O Chanceler e o Conselho completo podem ser demitidos por uma moção de censura da Xunta, o que implica automaticamente a convocação de eleições gerais. As oito Conselherias, os conselheiros que as ocupam e suas funções são:

  • ECONOMIA (Ignacio Noguerol): economia, finanças, tesouro, comércio.
  • GOVERNAÇÃO (Xerardo Feixó): segurança interior, administração, justiça, imprensa e comunicações; ademais, o Conselheiro de Governação costuma exercer de Vice-chanceler.
  • ESTADO (Helena Loureiro): relações exteriores e diplomacia.
  • DEFESA (Álvaro Caride): defesa nacional e forças armadas.
  • BEM-ESTAR (Eva Garrido): previdência, sanidade, segurança social, trabalho, consumo.
  • FOMENTO (Xoán Manuel Carreira): obras públicas, transportes, industria, mineração.
  • AGRO (Fátima Rodríguez): agricultura, pesca, meio rural e meio ambiente.
  • CULTURA (Laura Álvarez): cultura, ensino, desportes, ciência.

O Tribunal SupremoEditar

Os tribunais independentes e neutrais aplicam as leis. Os juízes e magistrados ocupam seus postos até sua idade de aposentadoria, para que não dependam das possíveis mudanças políticas, ainda que poderão ser destituídos em caso de prevaricação ou atuação ilegal.

A máxima instáncia judiciária é o Tribunal Supremo. Seus magistrados são escolhidos por acordo da Xunta e o Presidente, de entre os candidatos propostos pelas organizações de juízes. O Tribunal Supremo organíza-se en várias seções; entre elas estão o Alto Tribunal Eleitoral (responsável dos processos eleitorais) e o Tribunal de Garantias Constitucionais (dedicado exclusivamente ao controle de constitucionalidade das leis e atos das autoridades).

O Conselho do Judiciário é o organismo de governo e administração dos juízes, eleito por estes e supervisionado pelo Legislativo e o Executivo. A Fiscalia do Estado está organizada de maneira análoga.

Partidos políticosEditar

Partido Democrático Socialista (PDS)Editar

É o principal partido da esquerda, nascido em 1947 depois da união do antigo Partido Socialista de Athaulphia e Esquerda Republicana. Governou Athaulphia em vários períodos desde sua fundação, alternando-se com o antigo Centro Democrata Cristão. Foi a principal força da oposição durante o governo de Nazario e manteve uma coligação eleitoral com “Alternativa”, a “Convergência Progressista”, que derrotou a Nazario em 2007. Hoje é o primeiro partido, com 41 deputados na Xunta, 4,31 milhões de votos e o governo. Está dirigido por seu Primeiro Secretário (e actual Chanceler da República) Adolfo Miranda. O Presidente da República, Xosé Antonio Vázquez Valcárcel, também é membro do PDS, embora hoje está apartado da actividade partidária.

O PDS define-se como um partido de esquerda socialista democrática, altamente liberal em aspectos sociais, laicista, defensor do estado do bem-estar e da regulação econômica, ainda que recentemente evoluiu para posturas socio-liberais.

União Democrata Centrista (UDC)Editar

A UDC foi fundada em 2007 por Rodrigo Muñiz. A maioria de seus membros vêm do setor mais centrista de APP, que abandonaram o partido ao opor-se à política ultraconservadora e autoritária dos últimos anos de Nazario. Considera-se a este partido como herdeiro do histórico Centro Democrata Cristão, que governou Athaulphia alternando-se com o PDS entre 1947 e 1995. Participou no governo de grande coligação do Presidente Vázquez entre 2007 e 2008, e na atualidade se converteu no primeiro partido da oposição, superando a APP, com 3,24 milhões de votos e 30 deputados na Xunta.

O ideário de UDC é de centro-direita liberal, defendendo o livre mercado com predomínio da iniciativa privada e uma intervenção estatal seletiva, mantendo o estado do bem-estar, e tem um modelo social conservador, ainda que aconfesional e moderado.

Acção Patriótica Popular (APP)Editar

Fundado por Manuel Nazario em 1988, e dirigido desde então por ele. Resultou da união de todos os partidos da direita athaúlphica (Ação Patriótica e o Centro Democrata Cristão, nomeadamente), e durante 12 anos foi o partido maioritário em todas as instâncias: Manuel Nazario foi Presidente e teve a maioria da Xunta e a dos governos comarcais e comunais (autarquias) desde 1995 a 2007. Em 2007 teve uma “quase cisão” com a marcha de moitos membros (e votos), de seu setor mais centrista para a UDC. Hoje é o terceiro partido na Xunta, com 17 deputados e 1,79 milhões de votos.

Define-se como um partido “liberal de centro reformista”, e sua ideologia é de direitas, conservador em aspectos sociais com uma marcada influência da Igreja Católica (defendendo os valores familiares tradicionais e religiosos), nacionalista, e altamente liberal “laissez-faire” em termos econômicos, apoiante da desregulação, o livre mercado e a mínima presença estatal.

AlternativaEditar

“Alternativa” é uma federação de pequenos partidos de esquerda, situados à esquerda do PDS. Foi criado no final de 2006 ao unir-se de maneira estável o Partido Comunista de Athaulphia, o Partido Verde e Nova Esquerda. Seu máximo dirigente (“Coordenador Federal”) é Henrique Díaz. “Alternativa” esteve em coligação com o PDS na “Convergência Progressista”, que derrotou a Nazario em 2007. Na atualidade conta com 11 deputados na Xunta e 1,25 milhões de votos.

“Alternativa” defende uma ideologia progressista, ambientalista, pacifista, laica, feminista, internacionalista e anticapitalista, contraria ao capitalismo “laissez faire” e partidária de alternativas socialistas, como a empresa estatal e as cooperativas.

Divisão AdministrativaEditar

As autarquias em que se organiza Athaulphia são as 417 Bisbarras (equivalentes aos municípios de Portugal), e estas a sua vez se dividem em umas 4.000 Comunidades (equivalentes às freguesías), que podem ser rurais ou urbanas. As Bisbarras estão governadas por um órgão representativo colegiado, o Cabildo, e um órgão executivo unipessoal, o Alcalde; os órgãos equivalentes nas comunidades são o Concelho (representativo colegiado) e o Pedáneo (executivo unipessoal). Todos estes órgãos são eleitos por votação direta dos habitantes.

A efeitos de organização da administração do estado, as bisbarras estão agrupadas em 20 Comarcas. As Comarcas actuam como divisões estatísticas e eleitoriais, e são a base dos serviços periféricos da administração estatal (defesa, sanidade, universidades, infraestruturas...) A administração das Comarcas está dirigida por um Delegado Comarcal, nomeado pelo Governo. Também existe em cada uma um Conselho Comarcal, formado pelo Delegado e representantes das Bisbarras, que funcionam como órgãos de coordenação entre as administrações.

Como comarcas especiais se encontram a capital do país, Athaulphópolis, e o território de Hinopia. A cidade de Athaulphópolis (abreviada “Athlis”) constitui um distrito especial e não está incluida em qualquer Comarca. A ilha de Hinopia, por suas especiais características geográficas, também tem um régime específico. Ambas têm uma única bisbarra que não se inclue em qualquer comarca, mas constitue uma comarca por si própria, com Delegado próprio mas sem Conselho Comarcal, pois o Cabildo ocupa sua função. Para efeitos estatíticos e eleitorais, Athaulphópolis e Hinopia têm consideração de Comarcas.

As comarcas de Athaulphia são:

  • Em Illanova: Athaulphópolis, Noguerol, Barbis, Remigia, Elviña, Terras de Fontao, Bestrafer, Baixa, Grou e Endore.
  • Na Península Auriense: Arraia, Viguesado, Nova Barcelona, Nova Ourense e Limia
  • Nas ilhas da Baía de Athaulphia: Salas, Subhastados e Kalamari.
  • Na periféria: Ilha de Pruthea e Território da Hinopia.

EconomiaEditar

A economia de Athaulphia se baseou historicamente na agricultura e a pecuária: Athaulphia cultiva cereais e hortaliças (destacam as batatas e o milho), e dispõe de uma considerável quantidade de gado (vacas, porcos e ovelhas), com o que produz e exporta carne, leite e derivados, lã e couro. A pesca em suas ricas águas territoriais proporciona abundância de pescados e mariscos. As minas de ferro da Península e a abundância de madeira nas florestas de todo o país foram desde antigo os outros pilares da economia athaúlphica.

A indústria athaúlphica se desenvolveu a partir das matérias primas antes mencionadas: a transformação de seus produtos agrícolas, de gado e pesqueiros deu origem a uma importante indústria alimentária e conserveira, e a um pujante sector têxtil. Estas indústrias se localizam principalmente em Illanova, em torno de Nova Coruña. Na Península, em torno de Nova Ourense, desenvolveu-se uma importante indústria siderúrgica de produção de aço, ainda que se viu afectada por uma recessão nas últimas décadas, que deu origem a vários conflitos sociais. A transformação da madeira e a pujante indústria papeleira permitiram relançar a economia da região. Por outra parte, nos últimos anos a construção se converteu na principal atividade econômica de Athaulphia, com um peso talvez excessivo.

Quanto a fontes de energia, Athaulphia carece de jazigos de petróleo, o que a fez muito dependente das importações de combustíveis, o principal problema de sua economia. Dispõe, por outra parte, de minas de carvão, ainda que sua exploração é deficitária. Diversos estudos assinalam à possível existência de jazigos de gás natural perto das costas de Illanova, mas ainda se encontram em fase de prospecção. Por outro lado, a produção de eletricidade é abundante, graças as numerosas barragens e centrais hidrelétricas das montanhas de Illanova. No entanto, nos arquipélagos a energia depende de antiquadas e contaminantes centrais térmicas, ainda que se estuda sua substituição por energias limpas (solar e eólica). Não existem centrais nucleares em Athaulphia, ainda que há vários projetos.

O setor serviços experimentou um forte impulso nas últimas décadas: o peso na economia athaúlphica do comércio, o transporte e as comunicações foi aumentando sem parar durante todo o século passado, reduzindo-se a participação do antanho hegemônico setor primário. Na atualidade, o turismo é a atividade econômica que experimenta maior expansão: Athaulphia dispõe de um grande potencial turístico em sua variedade de paisagens, suas ilhas e seu meio natural bem conservado, ainda que até agora esses potenciais estavam desaproveitados. Para aproveitá-los, estão-se construindo hotéis e complexos turísticos por todo o país e se estão ampliando os meios de transporte.