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HistóriaEditar

PeterandiaEditar

A 19 de Março de 1970, sabendo do colapso de toda a ordem social na Metrópole, Peter Harold, então governador-geral da Australia e da Nova Zelândia compreendeu que tinha chegado a hora da separação total. Suprimidos os movimentos socialistas, o estatudo de domínio do Reino Unido foi abandonado, com a Austrália a pedir a independência total como uma república federal. O grande envolvimento de Peter Harold como figura central do processo e herói do povo determinou a adopção de Peterandia como nome auxiliar do novo estado. A União da Nova Zelândia só pediu a independência total em 1972, depois de uma força expedicionária Australiana ter auxiliado a supressão de movimentos socialistas neste território.

União da Australásia e os anos 80 e 90Editar

O acto da União de 1985 uniu tanto a Austrália e a Nova Zelândia num só estado, apesar dos tradicionalistas apoiarem Australásia como o nome oficial, Peterandia continuou em uso continuo até 2009. Os anos 80 e 90 ficaram marcados por um periodo de grande acalmia na politica Peterandiana, o sistema politico funcionava sem problemas com o Partido Republicano e o Partido Conservador a funcionarem num sistema de bipartidarismo estável, durante os anos 80 e 90 só houveram 2 presidentes que governaram durante ambas as décadas, Owen Umbrella (Partido Republicano 1982-1990) e Parker Williams (Partido Conservador 1990-1998). A enorme estabilidade nacional constrastava com o caos vivido em locais como Kalmar (nesta altura com outro nome) e a URS, mergulhadas em conflito após conflito. A economia cresceu para se afirmar a nível mundial devido aos vastos recursos naturais do país, e a uma fonte continua de novos cidadãos. O período de 1980 a 2000 é tido geralmente como a época dourada da Australásia/Peterandia.

Os anos 2000 e o fim da era de ouroEditar

Peter Andrews (Partido Republicano 1998-2004) venceu as eleições de 2004 sem grandes problemas, mas o período dourado estava a acabar. As eleições de 2002 deram pela primeira vez força aos socialistas no congresso, forçando o presidente a combater lei após lei com um congresso hostil, forçando cada vez mais acordos com os nacionalistas. A guerra da Papua em 2004 forçou o estado a aventurar-se para fora das suas fronteiras pela primeira vez em décadas, e a inexperiência quase total do governo em assustos externos levou a um final catastrófico para a guerra. Em 2004, Andrews era visto como incompetente, tinha um congresso hostil, e ainda por cima foi apanhado num escândalo que o forçou a demitir-se.

Cartright e a sua "Nova politica"Editar

Marie Cartright venceu estrondosamente as eleições de 2004 para o partido socialista e começou imediatamente reformas sociais, nacionalizando grandes industrias, aumentando impostos, mas tambem reforçando a posição diplomática da Peterandia, especialmente com a IS. Infelizmente Cartright era uma apoiante que a revolução que tinha começado décadas atrás na Grã-Bretanha deveria continuar até á Peterandia, e começou a tomar politicas cada vez mais e mais opressivas, culminando em 2005 com o PATRIOT ACT, suprimindo muitas das liberdades civis da nação. Em 2006 suspendeu finalmente o congresso e colocou tropas nas ruas. O regime acabou, contudo, antes de ter inicio a sério, uma rebelião geral contra o governo e a intervenção dos militares pôs fim ao governo de Cartright, que se suicidou no seu escritório.

O fim do Republicanismo PeterandêsEditar

Cartright e o governo fraco que se lhe seguiu liderado por Tony Blair convenceram o povo de que a republica estava basicamente acabada, a falta de acção por parte do governo na situação Escocesa e Triestiana foi uma admissão da fraqueza a que o Estado tinha chegado. A chegada de Thatcher ao governo conseguiu trazer alguma estabilidade, mas não conseguiu repor a falta de poder e confiança com que se deparava o país. Colin Chapman venceu as eleições pouco depois de Thatcher se demitir, e continuou com politicas basicamente fracas e sem rumo enquanto a corrupção atingia duramente o país. A ascensão dos monárquicos, a aparição de Meredith Stuart e uma descrença completa na República, consolidaram o fim da Peterandia depois de 30 anos de existência. As instituições republicanas em 2009 estavam de tal forma enfraquecidas que desapareceram quase sem conflito. A Monarquia é proclamada em setembro no meio de um processo de grande auto-afirmação nacional, com o povo a confiar no novo-velho sistema para trazer de volta os anos dourados á Australásia, deixando somente uns quantos saudosistas ainda a relembrar a república perdida.