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Federação de S. Paulo
Império de S. Paulo
Brasil do Sul
Bandeiragovsp
Bandeira Estatal Brasão Oficial

Mapa
[Mapa]

Mote
Pro Brasilia Fian Eximia (Lat. "Pelo Brasil façam-se grande coisas")

Hino Nacional
Paris Belfort 

Capital Santana de Parnaíba
Maior Cidade São Paulo

População
 

Línguas Oficiais Português, Francês, Alemão e Tupí
Tipo de Governo Monarquia Parlamentar Federal Pluripartidária e Constitucional
Chefe de Estado Imperador Maximilien I Anhembí-Scharnhorst
Chefe de Governo Chanceler Thomas Schönhausen
Legislatura Parlamento Imperial (Câmara dos Representantes e Senado Imperial)

Aparecimento
 - República Federativa de Sul Brasil

 - Federalão do Sul Brasileiro

- São Paulo de Mandaqui

- Império de S. Paulo ou Federação de S. Paulo

Gentílico Paulista ou Brasileiro
Moeda Real Paulista (R$)
Domínio de Internet .sp
Indicador Telefónico +11

A Federação de São Paulo é um Estado localizado no cone sul da América do Sul, fazendo fronteira com a Federação Socialista da Burgolaviae com o Império Apostólico do Brasil do Norte. Uma Monarquia Democrática nos moldes ocidentais, São Paulo tem uma cultura jurídica, administrativa e política claramente diferenciada dos outros países lusófonos, sendo um país com uma elevada federalização de suas instituições.


Editar

História Editar

São Paulo, sempre foi um estado aonde "Trabalho, Seriedade e Dinheiro" eram os valores básicos e ideiais. Sempre foi a "Locomotiva do Brasil" e sempre teve uma cultura local destoante do resto do país, pois enquanto estava pulando carnaval em fevereiro em São Paulo estavam trabalhando. Isso fez com que desde 1500 até 2000 houvessem seis conflitos com o governo central. Em 1750, 1924, 1930, 1932 e em 1964. Ao longo das décadas e séculos, o sentimento de opressão no peito dos Paulistas sempre foi aumentando, como um fogo que quando está prestes a acabar, uma outra vela vem acende-lo.

Em 2003, a Polícia Militar do Estado de São Paulo (Polícia Estadual de Segurança Pública) por meio dos Parlamentares da Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo declararam a independência do Estado de São Paulo da República Federativa do Brasil, por não aceitarem mais as tentativas do Governo Federal em suprimir a autonomia política e econômica do estado. Resultando na intervenção do Exército, mas a vitória nunca vira.

O Estopim do conflito foi em 2006 após a reeleição de Lula da Silva a presidência do Brasil ser confirmada. A Classe Média da região e a Elite do resto do centro-sul resolveram se separar do Brasil pois não concordavam com sua forma de governo e se sentiam oprimidas em demasia por Lula. E também o governo Lula estava empanturrado de denúncias de corrupção nos mais altos escalões do governo, o que fez com que o povo acabasse apoiando a independência. Assim foi declarada a "República Federativa de Sul Brasil" depois modificada para, "Federação do Sul Brasileiro" e no final "Federação de São Paulo".

O Apoio dos Comandantes Regionais Militares das três forças Armadas (Exército, Marinha e Aeronáutica) foi o revés do jogo para Lula e o PT, o Partido dos Trabalhadores foi acampado, os membros ativos foram presos e perseguidos durante a sangrenta guerra que durou cerca de um ano. A alta cúpula petista foi para um gulag moderno, no interior de São Paulo, para trabalhar na Lavoura de Café.

Pouco a pouco, após a independência o progresso foi retomado. Com as Indústrias, o Agronegócio e o Comércio novamente em pé, São Paulo se tornou exemplo de desenvolvimento humano devido ao Wellfare State. Tendo um tripé essêncial. Educação - Infra Estrutura - Emprego.

A Euforia foi tamanha que moveu os mais sensíveis econômicamente aos mais poderosos. No Primeiro Dia de governo, o Presidente Brunella declarou uma grande reforma política e econômica. Os Impostos sobre a produção industrial, sobre movimentação bancária e outros 38 impostos extintos. Só ficaram o Imposto sobre Grande Fortunas, o Imposto de Renda, o IPTU (Imposto sobre Propriedade Territorial e Urbana) e o IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e uma alíquota de 1,00% sobre as transações comerciais terciárias (compra e vende de produtos prontos para venda). O Aumento da capacidade da produção industrial aumentou, a indústria de base e a indústria de base foi reorganizada e foi dado incentivos para que a elite as reorganizasse e aumentasse a produção.

Com os frutos da política de Wellfare State dos primeiros anos de independência plena, e com a indústria, a agropecuária e o comércio forte foi o momento para que São Paulo se tornasse um país emergente, um país em industrialização. Saindo da então penúria que se encontrava.

Mas havia vários gargalos nas instituições públicas e isso desagradava ao Presidente Brunella e ao Povo. Então o presidente elaborou todo um plano para instaurar a monarquia em São Paulo. Depois de 119 Anos de República novamente iria haver uma monarquia estável e que prezasse pela democracia e pela vontade popular. Sendo o ultimo monarca e único estadista que houve neste rincão da América, Dom Pedro II.

Um Referendum foi proposto e o povo aprovou a proposta, então o próximo embate foi duro e difícil. No Congresso Nacional foram dois meses de discussão e no final só a Bancada de Esquerda se manteve pró-República. Mas os Deputados e Senadores decidiram que o povo deveria decidir sobre seu próprio futuro, então um plebiscito e novamente o povo foi chamado as urnas. E Nele não só haveria a mudança de regime mas também a mudança de capital.

O Resultado do Plebiscito foi 56,9% para a Monarquia e 51,2% para a capital mudar para a Cidade de São Paulo, na Província de S. Paulo.

Este resultado desagrado os esquerdistas, mas desagradou muito mais os militares. Então no final do 2º ano de reinado de Brunella, os Militares tentaram dar um golpe de estado quando o Imperador e o então Chanceler Engº Paulo Fernando de Castro estavam em visita oficial na União das Repúblicas Socialistas para levar os anistiados políticos da Guerra de Independência que eram do Partido dos Trabalhadores. Após uma longa batalha no Centro de São Paulo, os militares enganaram as forças legalistas e fugiram para o extremo oeste do Estado, a 762 km da Capital na cidade de Rosana. Aonde o Povo e os militares derrotaram e ali mesmo no calor da guerra civil executaram todos os líderes militares e os militares envolvidos.

A Ultima Batalha se deu no Centro de São Paulo novamente, na Rua São Bento, aonde o General Olaf Pardov, foi detido dentro da embaixada da URS. Capangas da Aliança Reedificadora Nacional (partido político hoje conscrito que havia articulado o golpe) tentavam impedir que fosse detido o general Pardov, a Força Pública, o Exército e a Guarda Bandeirante interviram e abriram fogo contra os últimos filiados ao ARENA, contra os últimos dos golpistas.

Após voltar sozinho da URS, o Imperador Brunella, adotou oficialmente o nome real de "Maximiliano I" e iniciou profundas reformas estruturais no sistema político-financeiro de São Paulo, para que a Democracia e o Bem estar seja garantido aos seus súditos.


PolíticaEditar

O São Paulo é uma monarquia federal hereditária, de regime democrático-representativo. Em nível federal, o poder executivo é exercido pelo Imperador e pelo chanceler. É uma monarquia porque o Chefe de Estado é vitalício e hereditário. O Estado paulista é uma federação pois é composto de estados federais dotados de autonomia política garantida pela Constituição Federal e do poder de promulgar suas próprias Constituições.
É uma democracia representativa porque o povo dificilmente exerce sua soberania, apenas elegendo algumas vezes o co-chefe do poder executivo e os seus representantes nos órgãos legislativos, como também diretamente, mediante plebiscito, referendo e iniciativa legislativa popular. Isso acontece raramente, o que não caracteriza uma democracia representativa.

Os poderes legalmente constituídos são:

  • Executivo - Chefiado pelo Imperador e assessorado pelo Chanceler;
  • Legislativo - Composto pelo Parlamento Imperial e dividido entre a Câmara dos Representantes e o Senado Imperial;
  • Judiciário - Exercido pelos tribunais de justiças e encabeçado pela Suprema Corte Imperial.


As Eleições são Distritais e por lista partidária, o sistema eleitoral é majoritário. O Tribunal Superior Eleitoral é quem cuida da justiça eleitoral e da organização do pleito.

Poder ExecutivoEditar

O Poder Executivo chefiado pelo Imperador de São Paulo que é o chefe de estado e soberano da federação, ele é inviolavel e suas ações não são passiveis de questionabilidade - tradicionalmente - porém o Conselho da Casa Real pode a qualquer momento propor moções de censura no Parlamento Imperial para invalidade as ações do monarca.

O Chefe de Governo é o Chanceler que é eleito pela população diretamente para um mandato de cinco anos não renovaveis ou nomeado diretamente pelo o Imperador. Porém o Imperador pode dissolver o Parlamento Imperial e pedir para que o Parlamento reuna-se no Grande Conselho da Federação e eleja um Chanceler. O Chanceler é naturalmente o Presidente do Senado Imperial.

Poder LegislativoEditar

O Parlamento de São Paulo é o Poder Legislativo do governo federal de São Paulo. É bicameral, sendo que é composta da Câmara dos Representantes e do Senado. Tanto os senadores quanto os deputados são todos eleitos por votação direta.


O Grande Conselho da FederaçãoEditar

Grande Conselho da Federação convocado apenas para o parlamento – isto é as duas câmaras reunidas – para eleger um chanceler para cumprir o restante do mandato de um chanceler eleito que não pode cumprir o seu mandato. Sendo que naturalmente o chanceler é eleito diretamente pelo povo nas eleições majoritárias.