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Acadie
Reino da Acádia
Acadie
Bandeira da Acádia
Hino nacional: L'Acadienne
Gentílico: Acadiano

http://img.photobucket.com/albums/v291/Rokolev/Acadiewikimapsmall.png
Capital La Hire
Cidade mais populosa Tours
Língua oficial Francês
Governo Monarquia Parlamentar
 - Monarca Rodrigue IX Vasconcellos
 - Chancelieur Jaques Lothaire
Marcos históricos  
 - Fundação do Reino da Acádia 25 Dezembro 1008 
Área  
 - Total 2 190 128 km² (º)
População  
 - Estimativa de 174 201 312 hab. (º)
 - Densidade 79,54 hab./km² (º)
PIB (nominal) Estimativa de
 - Total 8 667 560 479 872 US$(Mar/10) (º)
 - Per capita 51 056 US$ (º)
Indicadores sociais
Moeda Tetramino (tt)
Fuso horário (UTC)
Organizações internacionais OIE, ATE
Cód. Internet .ac
Cód. telef. +434



Acádia (francês: Acadie, inglês: Acadia), oficialmente Reino da Acádia, Royaume d'Acadie, é um país localizado na Europa Central e na Europa de Leste. A Acadia é o país mais oriental da Europa e o único com amplo acesso a dois mares internos Europeus, o mar Báltico e o Mar Negro. Tem como fronteiras estes dois mares, SpMky, a Lapália e a URLC na Jutlândia.

A Acádia é um país francófono com fortes raízes democráticas. O seu povo é fortemente activo na vida civil e exigente nos seus direitos, algo que acompanhou o povo desde os a passagem do sec XVIII para o sec XIX quando os Sans-culotte se rebelaram contra a nobreza. Ironicamente, apesar das revoltas terem o resultado esperado, a Monarquia prevaleceu, mas com poderes quase meramente simbólicos. Esta revolução beneficiou em grande parte a burguesia, que ganhou maior liberdade às custas da nobreza e maior liberdade de negócio. Outra característica comum aos Acadianos é a sua lealdade e honestidade, sendo a expressão honneur Acadienne usada frequentemente para tranquilizar os outros.

L'Acadie é um país com uma economia de mercado com um sector bancário, juntamente com o da defesa e de automóveis, especialmente muito desenvolvido. Os bancos garantem uma total privacidade e segurança que atraem grandes fortunas para os cofres Acadianos. Não há registo de nenhuma informação pessoal ter alguma vez sido quebrada, nem mesmo a pedido do Governo. O revés da moeda é que possíveis criminosos internacionais e terroristas possam usar os serviços bancários acadianos para os seus fins parricidas com grande segurança. Apesar da grande liberdade de negócio, o sector público é dominante na educação na saúde e na produção de energia. Apesar de privados terem livre acesso a estes mercados, eles raramente conseguem atingir o nível de qualidade do sector público, que tem preços extremamente baixos, ou mesmo inexistentes. Os impostos estão na ordem dos 48%, algo elevados, mas a qualidade do serviço público é tal que as pessoas não questionam. Isto deve-se em grande parte à boa organização e não existência de corrupção no seio do Governo e das Comunas municipais, que minimiza o desperdício e "fugas" de fundos.

O Estado, apesar de providenciar muitos serviços à população, tem um número de funcionários públicos relativamente reduzido, não havendo um grande número de contratados anualmente nem progressões automáticas de carreira, mesmo dentro da máquina do estado reina a Tecnocracia e uma Meritocracia benevolente. As políticas standard neste sector são consideradas noutros países como políticas de contenção, só assim é possível manter o actual nível de rigor orçamental e qualidade de serviço para toda a população Acadiana.


EtimologiaEditar

O nome Acadie provem das tribos romanas chamadas de Axadii que viviam entre os territórios ocidentais da Pomerânia, sul da Jutlândia e Nordeste da Gália que não aproveitaram a queda do Império Romano durante século V para o pilhar, e acabaram por ser empurrados para oriente pelas tribos germânicas invasoras. Tendo os Acadianos uma relação pacífica com os Romanos, e sentido alguma admiração pela civilização que acabara de cair, este povo tentou preservar alguma (mas pouca) cultura do Império, como por exemplo a língua latina, no que restava dos seus territórios actualmente entre as cidades de Montreal, Tours e Quebec, junto à costa do mar Báltico . Vivendo um tempo de paz e união durante vários séculos, a região inteira ganhou o nome dos seus habitantes, Acádia.

Uma teoria para o nome das tribos era o seu uso frequente de machados, tanto em cerimónias religiosas como para fins bélicos.

HistóriaEditar

O início e formação (~486-1008 EC)Editar

Após a queda do Império Romano as tribos dos Axadii viveram em relativa paz entre si, com poucos inimigos externos e lutas dignas de relevo, hoje desconhecidas e perdidas no tempo. Esta paz deu origem a um crescente comércio entre entre elas que acabou por as tornar cada vez mais próximas até que os líderes tribais, tradicionalmente guerreiros, se tornaram mais administradores e comerciantes do que soldados ou generais. Este clima de paz não poderia durar para sempre, e em 890 os Nórdicos da Norselândia, hoje território da URLC, começaram a saquear os territórios acadianos junto ao Báltico, o que forçou inicialmente várias pessoas a deslocarem-se para sul, ironicamente desalojando eles mesmos povos germânicos que ai viviam, expandindo o território controlado pelos agora já conhecidos por Acadianos até à actual cidade de Longueville, 100km a sul de Auxerre. Nos anos 1006 os Acadianos uniram-se para combater os invasores do Norte que haviam tomado várias povoações e cidades costeiras e venceram-nos na Batalha de Tours, a 1 Maio de 1006.

Após a grande derrota dos Vikings as forças Acadianas não tiveram grande dificuldade em expulsar os invasores das suas terras nativas, aproxeitando para conquistar mais uns territórios a Leste controlados pelos Vikigns, cimentando o seu poder na Pomerânia e a sul, que havia crescido após as vitórias contra os invasores e a tomada dos territórios novos. Esta vitória nunca poderia ter acontecido se as várias tribos não se tivessem unido, o que fez com que um sentimento de união Acadiano crescesse entre as populações e líderes. Após um grande debate entre todos os líderes administrativos e militares em Tours ficou decidido que o melhor para todos seria a criação de um reino Acadiano unificado. Após uma votação - algo de estranhamente democrático para a época - ficou decidido que o melhor candidato para o título de Rei dos Acadianos seria Clodovech de la Mer, principal líder militar das guerra que havia terminado, tendo sido oficialmente coroado em 1008 como Rei da Acádia

1008

Reino da Acádia em 1008 EC


Consolidação do Reino (1008-1077 EC)Editar

Com a criação do reino após a demonstração de força e valor Acadianos, o território começou a atrair várias pessoas que se submeteram à vontade do Rei, nomeadamente nobres com territórios a noroeste do Reino, junto ao mar Báltico, a Livónia. A vinda destes nobres agradou muito a Chlodovech que via oportunidade de integrar mais territórios ao seu reino. Em 1022 os Acadianos, com apoio de vários nobres locais, lançaram um ataque aos restantes territórios bálticos, com apoio da recentemente construída Marinha de Guerra. Graças às forças dos novos nobres que ofereceram vários soldados e às informações dadas pelos locais fieis a estes nobres, os Acadianos não tiveram muita dificuldade em conquistar os territórios até à antiga cidade de Riga. No entanto houve um pequeno território que demonstrou ser extremamente difícil de defender, apesar de estar cercado pelo mar - e a marinha Acadiana - por um lado, e as tropas terrestres do outro, maioritariamente composta por forças de nobres. Apesar do seu valor, eles mostraram-se incapazes de conquistar a pequena península.

O rei Chlodovech, furioso com os repetidos fracassos das suas forças decidiu comandar os exércitos pessoalmente, abandonando a expansão para Nordeste provisoriamente. Em 1029 forças acadianas tomaram controlo do das operações militares na àrea e lançaram um ataque feroz sobre a cidade báltica. Na Batalha de Ira ou Bataille de La Hire, as forças acadianas tomaram a cidade após um sangrento combate no meio da cidade. Trancado no topo da sua torre, o comandante das forças defensoras Jan Hildberg, ofereceu a sua rendição e o resto dos seus territórios se a sua vida fosse poupada, condição que Chlodovech aceitou. Após os mensageiros partirem da cidade com as mensagens de rendição, Chlodovech pessoalmente esquartejou Hildberg em frente das suas tropas desarmadas, que assistiram horrorizadas. Todos eles irião ter um fim igualmente cruel, as forças acadianas chacinaram todos os sobreviventes..civis e militares, adultos, velhos, mulheres e crianças, poucos foram os que sobreviveram à chacina. Foi após´esta demonstração de fúria que a localidade ganhou o nome de hoje La Hire, A Ira. Conta a lenda que uma velha mulher, antes de ser decapitada, lançou uma praga a Chlodovech. A verdade é que poucos meses depois Chlodovech morreu após uma queda de cavalo, em 1030. Após a sua morte, as conquistas pararam durante 30 anos, reinado do seu filho Lothaire I que se preocupou principalmente em solidificar os territórios recém-conquistados e tentando apaziguar os habitantes dos povos do Báltico Norte recém conquistado, o que conseguiu com algum sucesso.


O primogénito de Lothaire, Charles La Hache decidiu tomar as rédeas do projecto de seu avô em 1069 e acabar a conquista dos territórios à volta do mar Báltico. Juntando um exército com uma dimensão jamais vista na região, o rei entrou no território não conquistado da Livónia, a Estónia, pertencente a um tipo diferente de povos, estes de origem finnica. Charles teve uma luta muito sangrenta com os seus adversários, era muito raro algumas vez serem feitos prisioneiros, geralmente os capturados dos dois lados eram torturados para extracção de informação e posteriormente mortos. Charles teve de utilizar as tácticas sangrentas de seu avô, a assim que uma cidade era tomada, os seus civis eram geralmente mortos ou expulsos para territórios longe de sua casa, muitas vezes para o outro lado do mar Báltico, para a Fenoscândia. Em 1077 a última grande cidade, Petrepol hoje chamada de Pierrebourg, caiu para as mãos dos Acadianos, pondo um fim definitivo aos reinos na Livónia. Os sobreviventes foram poupados, mas expulsos pelos Acadianos para o outro lado do mar. Hoje em dia Pierrebourg fica situado na região de Polotsquie ao invés de Acadie como historica e culturalmente seria mais correcto, algo que aborrece muitos Acadianos que moram na cidade. Foi após a tomada desta cidade que a capital foi mudada de Tours para La Hire.

O território do reino nesta época é considerado o território tradicional da Acádia e é onde a maior parte da população acabou por escolher para viver, mesmo após as conquistas vários séculos depois.

1077

Acádia em 1077

Desenvolvimento da Acádia tradicional (1077-1300 EC)Editar

Durante este período o povo Acadiano conheceu novamente uma relativa paz tanto externa como interna. Aliás, a Acádia pode-se orgulhar de ser um dos poucos países que nunca sofreu uma guerra civil, apesar de revoluções que aconteceram. Tal como acontecera 50 anos antes durante o reinado de Lothaire I, este foi um período de consolidação na história da Acádia. Os territórios a norte junto ao mar Báltico na antiga Livónia tinham sido violentamente devastados pela guerra, e a densidade populacional havia caído dramaticamente, vítima das tácticas brutais tanto de Clodovech como do seu neto Charles La Hache que, pelos padrões de hoje, bem poderiam ser classificadas como genocidas e de exterminação étnica. Para aumentar a população nestes territórios, o rei Pepin I da Acádia criou incentivos a quem se deslocasse para viver nos territórios a norte criando uma classe social nova no Reino, a burguesia, que apesar de não serem nobres, tinham dinheiro suficiente para ter condições de vida fracamente decentes pelos padrões da época. Com a ajuda da igreja, que ficou satisfeita por ver a Cristandade avançar no norte da Europa e a considerar um protótipo de Crusadas (apesar do aspecto religioso ser quase inexistente para os Acadianos durante as conquistas de Clodovech e de Charles La Hache), ergueu um grande número de igrejas e mosteiros por todo o Reino, inclusive duas universidades uma em Tours (a mais antiga da Acádia) e outra no norte, na actual Saguenay, hoje já inexistente. A aliança com a igreja foi bastante importante nesta época que ajudou o país a solidificar-se e unir-se em torno de La Hire, apesar do facilitismo causado pelo massacre da guerra que tornou a população original da Acádia na grande maioria da populações das terras recém-conquistadas.

Para além da consolidação política e religiosa no país, Pepin I e os seus descendentes criaram o primeiro código penal e leis oficiais do Reino, largamente influenciados pela Igreja. Durante o reinado de Lothaire II em 1240 decidiu-se que impulsionar o comércio entre todas as zonas do Reino e com territórios no resto da Europa tanto no báltico como no Atlântico Norte. Como consequência as cidades do Litoral ganharam ainda mais poder do que já tinham anteriormente (facto que ainda hoje acontece, com algumas excepções). Montreal tinha o privilégio de ser a cidade mais Ocidental do Reino, tendo portanto acesso mais facilitado ao Atlântico, tendo-lhe sido concedido em 1280 monopólio sobre todo o comércio marítimo fora do Báltico. Esta medida criou uma riqueza enorme na cidade, mas depressa se percebeu que não tinha capacidade suficiente para todo o tráfego, tendo esse monopólio sido partilhado em 1299 com a antiga capital de Tours, com muito maior população e capacidade de desenvolvimento de infraestrutura que suportasse o comércio proveniente do exterior.


Liga Hanseática (1300-1520 EC)Editar

Esta onda de riqueza proveniente do mar fez com que mais e mais cidades costeiras tanto da Acádia como do resto da Europa começassem a juntar forças em guildas de comércio. As cidades costeiras da Acádia tornaram-se umas das mais ricas e prósperas da Europa, chegando as cidades mesmo a formar alianças privadas entre elas, inclusivé com outras fora do Reino. Esta união, chamada de Liga Hanseática, foi uma das mais frutíferas do comércio mundial, chegando tanto aos territórios da Escandinávia, como do Reino Unido e mesmo territórios mais a Sul na costa Atlântica Europeia. Esta liga foi muito dominante no comércio Europeu durante a alta Idade Média, mas no princípio do século XVI com o início dos descobrimentos Portugueses e Espanhóis, começou a perder força. A fonte de riqueza agora era outra, e vinha do outro lado do oceano, fora do alcance dos navios Acadianos e dos restantes países do Norte da Europa que só estavam talhados para fazer viagens junto à costa no Báltico e do Mar do Norte. As riquezas trazidas e vendidas por estes dois países ibéricos foi um duro golpe no Reino da Acádia, que viu a sua principal fonte de rendimento diminuir. A Liga tentou comerciar com os Ibéricos e ganhar o controlo do comércio destes produtos no Norte da Europa, mas eles não mostraram particularmente favoráveis a esta ideia. Ainda assim as cidades litorais da Acádia conseguiram lucrar um pouco servindo de intermediários entre os Ibéricos e o resto da Europa de Leste, mas nada comparado com o lucro enorme que tinham anteriormente. Foi nesta altura, no início do séc XVI. que o país se preocupou em desenvolver o seu interior tendo cidades como Poitiers, e Auxerre entre outras, ganharam maior importância devido à sua produção de armas, outros produtos fabricados localmente e principalmente devido aos bancos que foram fundados, principalmente o Banc Auxerrois ainda hoje existente. O banco situado no litoral mais digno de relevo foi o Banc de Saguenay que foi o principal banco Acadiano entre 1519 e 1780, tendo acabado por fechar em 1822.

Outra grande mudança nesta época foi a quebra com a Igreja. As ideias Protestantes provenientes das cidades ocidentais alemãs tiveram um grande impacto e sucesso no Reino. Vindo estas juntamente com as ideias Renascentistas, o povo da Acádia abraçou-as, extremamente agradados com o conhecimento novo e liberdade religiosa. Este momento não só marcou a quebra de ligações com a Igreja Católica como plantou a semente da liberdade que viria a ser tão importante quase 300 mais tarde até actualmente.


Expanção para Sul (1530-1745 EC)Editar

Durante este período o Reino viveu um período com alguma turbulência devido a instabilidade regional, mas não foi até ao final do século XVII que a guerra atingiu o povo da Acádia.

Revolução Liberal (1745-1850 EC)Editar

La Grand Pousée (1850-1897 EC)Editar

Início da Era Moderna (1897-1939 EC)Editar

2ª Guerra Mundial (1939-1945 EC)Editar

Os nossos tempos (1945- ...)Editar

GeografiaEditar

PolíticaEditar

Forças ArmadasEditar

EconomiaEditar

CulturaEditar