FANDOM


Kalmar
União de Kalmar
Kalmar
Bandeira de Kalmar
Hino nacional: Hino de Kalmar
Gentílico: kalmarense

http://img217.imageshack.us/img217/279/200pxunitedstatesorthog.png
Capital Estocolmo
Cidade mais populosa Estocolmo
Língua oficial Escandinavo e Português
Governo Presidencialismo
 - Presidente Afonso de Albuquerque
 - Min. Negócios Estrangeiros Fernão Mendes Pinto
Marcos históricos  
 - Fundação da União de Kalmar 2008 
Área  
 - Total 8 522 596 km² (º)
População  
 - Estimativa de 1 055 900 000 hab. (º)
 - Densidade 123.89 hab./km² (º)
PIB (base PPC) Estimativa de
 - Total 39 001 365 911 919 US$(Mar/10) (º)
 - Per capita 36 936 US$ (º)
Indicadores sociais
Moeda Escudo ()
Fuso horário (UTC)
Organizações internacionais OCDE, OIE, ATE
Cód. Internet
Cód. telef. +253

A União de Kalmar é uma República Presidencialista. Uma democracia com liberdades económicas, políticas e civis alargadas. A sua economia é composta por grandes grupos económicos que controlam parte do mercado, ao passo que médias empresas representam cerca de 50% da economia nacional. Pequenas empresas existem poucas relativamente às maiores empresas, com pouca capacidade de competir com estas. A União de Kalmar antipatiza com regimes belicistas, expansionistas e autoritários. A capital e maior cidade do país é Estocolmo.

História Editar

Durante séculos uma República mercantilista, que dependia muito do mar e de trocas entre as suas cidades. A partir do séc. XVI começou a expandir-se para o interior do país, através do seu Destino Manifesto, tendo chegado à costa ocidental do país no séc. XVII.

Período ModernoEditar

República de Bad OmenEditar

Nasce a República Popular de Bad Omen. Durante este período há uma aproximação muito grande à então Internacional Socialista, na altura composta por Utopyah, Thirstov, Ragel, Sikiang e Portugal Vermelho. Mais tarde viria a juntar-se White Stars, membro com o qual seria o último resistente desta organização, após o afastamento e isolamento dos restantes. Bad Omen e White Stars, numa tentativa de relançar a cooperação dos países socialistas formam a Federação do Estados Socialistas (FES) que teve algum sucesso durante os primeiros anos, mas acabou por ter o mesmo destino que a IS.

República Democrática Popular de Bad OmenEditar

Aliado ao fracasso da IS e FES, a nível interno as coisas não estavam a correr pelo melhor, com a subida ao poder de Kim Jong-Il, que após os primeiros anos foi progressivamente tirando direitos políticos à população e controlando cada vez mais a população. Instaurou por fim uma ditadura, acabando assim o sistema democrático em Bad Omen. Os anos de poder do Querido Líder, como era tratado Kim Jong-Il, ficaram marcados pela forma despótica como exerceu o poder. Instigando sempre o medo à população, através de uma sofisticada máquina propagandística e do controlo total da imprensa nacional, ameaçava sempre com uma possível invasão Scream_offense e Vibrense e assim mantinha a população na ignorância e sob controlo. O seu governo piorou de uma forma muito acentuada a situação do país, sufocando por completo a economia do país, o que acabou por aumentar a contestação ao seu poder. Revoltas da população no interior do país eram já bastante frequentes, quando uma conspiração juntamente com os governo da FUS e Viba para derrubar o regime e trazer de volta a democracia ao país. Estas duas potências acabaram por intervir militarmente no país, terminando assim a curta vida da República Democrática Popular de Bad Omen.

República de Bad OmenEditar

Restaurada a democracia no país com o apoio da FUS e Vibra, voltaram-se a realizar eleições no país concorrendo os partidos PSD e PC. Este seu último governo ficou marcado por uma sensível melhoria da situação do país, no entanto os problemas estruturais mantiveram-se inalterados, sucumbindo mais uma vez o país para um período de instabilidade interna que resultaria no total isolamento ao mundo exterior. Internamente seguiram-se diversos governos, todos incapazes de dar resposta à situação interna, até ao governo de António Santos, eleito pelo recém-criado Partido Liberal, acabando assim com várias décadas de governo social-democrata. O seu governo iniciou um intensivo plano de reformas económicas que consistiam em adoptar um sistema similar ao da vizinha FUS. Com a liberalização da economia e a diminuição do peso do Estado na mesma, em conjunto com um pacto de ajudas financeiras negociadas com os governos de Scream_off, assistiu-se assim finalmente a um período de enorme crescimento económico, com a criação de diversos grupos económicos. Estimulados por um imenso mercado, tiveram um crescimento brutal atingindo a dimensão actual e sendo hoje os motores da economia kalmarense. Com o crescimento económico sentido, António Santos modificou o país também no plano político, dando por terminado o período socialista do país e instaurando a União de Kalmar.

Período Actual Editar

Presidente António Santos (PL) Editar

Mandato de 8 anos pelo Partido Liberal.

Ministro dos Negócios Estrangeiros: Francisco Carvalho.

Presidente Manuel Bragança (PC) Editar

Mandato de 8 anos pelo Partido Conservador.

Ministro dos Negócios Estrangeiros: Fontes Pereira de Melo.

  • Fortificações da ilha de Cuba terminadas
  • Criação e envio das Brigadas Internacionais para auxiliar forças democráticas em Trondheim

Presidente Percival Fosquinho (PL+PSD) Editar

Mandato de 8 anos pelo Partido Liberal em coligação com o Partido Social Democrata.

Ministro dos Negócios Estrangeiros: Afonso de Albuquerque.

  • Início da construção do Sistema de Defesa Anti-míssil de Kalmar.
  • Rejeição do novo Tratado da Sociedade das Nações pelo Senado.

Presidente Afonso de Albuquerque (PL) Editar

Mandato de 4 anos pelo Partido Liberal

Ministro dos Negócios Estrangeiros:

Política Editar

Os dois maiores partidos do país são o Partido Liberal e o Partido Conservador, que dividem o poder entre si. O PSD tem uma expressão pequena mas ainda assim suficiente para ser ouvida. O PL é mais interventivo externamente e o PC mais conservador. Ambos muito liberais economicamente, ao contrário do PSD, social-democrata, que é a "ovelha negra" do cenário político kalmarense.

Os partidos são associações livres de cidadãos que não requerem filiação, nem quotas pagas. Doações aos partidos, campanhas políticas ou pessoas que ocupem cargos públicos e de soberania são estritamente proibidas por lei e há grande fiscalização para prevenir quaisquer infracções. O financiamento dos partidos é feito a partir do Estado, que calcula os fundos a serem distribuídos consoante a média de votação das últimas 5 eleições.

Partidos e ideologias que promovam o fim da democracia estão proibidos em Kalmar, assim como os seus símbolos. Por ex: fascismo, nazismo, comunismo, etc. Liberdade de pensamento e expressão são permitidas relativamente a estas ideologias dentro destes limites.

Economia Editar

Investimentos kalmarenses no estrangeiro:

Philips:

  • 49% na FIAT de SpMky (287)

AdvSystems:

  • 32% na Bright Technologies de SpMky (100)

UBK:

  • 49% na Caixa Central de Cooperação Económica de Trondheim do Sul (196)

Sociedade Editar

A sociedade kalmarense é uma sociedade pacífica, sem grandes conflitos sociais. Durante a sua história, os kalmarenses sempre houve uma grande aceitação das diferenças e respeito pelas escolhas pessoais de cada um. Contudo, o sistema económico adoptado por António Santos para debelar os problemas económicos do país aquando da fundação da União, tem vindo a criar fortes conflitos sociais devido ao aumento da diferença entre ricos e pobres que se tem vindo a sentir.

Educação Editar

Grande parte da educação do país é privada. O sector público na educação é muito pobre e limitado às camadas mais baixas da sociedade que não a conseguem pagar, mesmo o privado mais acessível.

Saúde Editar

Não há Sistema Nacional de Saúde. Abolido depois da criação da União, a saúde é hoje toda privada. Há clínicas especializadas para os que não conseguem pagar pela saúde, mas está mal equipada comparativamente à restante e é dependente da doação de privados.

Relações Internacionais Editar

Todo o continente americano é visto como legitimamente de interesse de Kalmar, fruto do seu Destino Manifesto, ainda que não haja necessariamente reivindicações territoriais em todo o continente. Reclamado para Kalmar, não a nível de Estado mas sim de sociedade e cultura do país, está a zona do Mar das Caraíbas e Golfo do México. Esses sim, são pretendidos para integrarem o país. Também o Havai está nas pertenções do país.

Tem excelentes relações com os vizinhos Athaulphia e FUS, num grau muito superior a qualquer outro país. A ligação sentida a estes países é enorme, tanto a nível governamental como social, e isto é reflectido na política externa. Num grau abaixo, mantém boas relações com os aliados da ATE.

Forças Armadas da União de Kalmar Editar

Exército Editar

Força Aérea Editar

Hawk-Eye Editar

Esquadrão de elite da Força Aérea composta por 150 caças F-22, com equipamentos topo de gama". O caça F-22 é o mais eficaz caça para missões defensivas e ofensivas. Este esquadrão de elite será uma força de reserva, a ser usada em situações excepcionais, com homens com treino muito especializado.

O acordo para a compra destes aviões foi fechado com a Boeing que fabricou parte destes, a partir de fábricas na FUS. Parte dos aviões foi também fabricada numa fábrica em Kalmar. O projecto foi também acompanhado pela scream_offense Massive Dynamic e pela kalmarense AdvSystems.

Marinha Editar

A Marinha está dividida em 3 zonas de acção:

  • Frota do Atlântico
  • Frota do Índico
  • Frota do Pacífico

Normalmente, a Marinha Kalmarense está divida em 2: Frota do Atlântico e Frota do Pacífico. Ambas têm a missão de patrulhar as costas de Kalmar. A Frota do Atlântico tem uma esquadra com o objectivo específico de controlo do Golfo do México e defesa do Panamá, Colupia e Cuba. Caso seja necessário, estas duas frotas são depois subdivididas para dar resposta nas diferentes zonas de acção. Por exemplo, a Frota do Atlântico pode ser dividida para defesa das costas de Kalmar e entrar na ESATNOR ou ESATSUL (ver mapa). Neste momento, não há Frota do Índico, estando a Frota do Pacífico encarregue de controlar essa zona se necessário.

Marinhakalmar

Mapa global da colocação das frotas das Marinha, clicar para ver